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Nós Somos

Fundado em março de 2001, duas semanas após o falecimento de seu idealizador, iniciou suas atividades em 5 de maio do mesmo ano adotando o espírito dos “negócios conscientes” como seu paradigma. Neste modelo, um empreendimento tem um sistema emocional reflexo direto do blueprint emocional das pessoas envolvidas, isto é, a disfunção ou a funcionalidade emocional do negócio.

Trata-se de pessoas que estão cientes do impacto de cada um dos seus hábitos e ações sobre o seu nível material, interpessoal e meio ambiente. Pessoas, portanto, que vivem suas vidas baseadas no conhecimento de que todas as coisas estão interconectadas; que conhecem sobre sua missão na vida, suas forças, suas fraquezas e fragilidades; que desejam viver e trabalhar com alegria e criatividade; reavaliam seus sistemas de crenças sobre a vida; entendem que estão aqui para servir e estão direcionadas para promover um trabalho alinhado com princípios, visão ampla e alegria solidificando seu comprometimento pessoal com o sucesso do negócio.

No esforço para compreender e interpretar o universo regional, o IDC busca descortinar os cenários, os povos, os costumes, os sentimentos, enfim o patrimônio material, imaterial, natural e cultural e as características inerentes à vastidão amazônica. Registrar e reconstruir a realidade amazônica em sua especificidade, e conectá-la a contextos mais amplos é fundamental para sua permanência. Buscamos “a realidade amazônica, como nós a vivemos, como nós a sentimos em nossa carne e em nosso coração”, nos lembra o sociólogo amazônico André Vidal de Araújo.

O Instituto Dirson Costa reconhece que a expressão do imaginário é o elemento mais pulsante na produção da cultura amazônica. Por esta razão, adota como política cultural a reconstrução do imaginário amazônico e posiciona-o como uma matriz cultural do mundo pós-moderno. Acreditamos ser este o campo de maior ação, vetor que norteia a visão de produção cultural que integra o homem amazônico ao seu início, restaurando seu olhar para se ver e se compreender na sua singularidade, dialogando com a comunidade mundial sem perder sua identidade. Empenha-se em definir o ETHOS AMAZÔNIDA.

DIRETORIA EXECUTIVA

1

Aidalina do Nascimento Costa

Diretora-Presidente

2

Salete da Silva Lima

Diretora Administrativo-Financeira

3

Everaldo dos Santos Barbosa

Diretor de Relações Institucionais



CONSELHO FISCAL

Telma Maria Lopes Linhares
Renato Vieira da Silva
José Ferreira Brandizzi

CONSELHO DE ÉTICA

Freida de Souza Bittencourt
Ernesto Renan Freitas Pinto
Adelson Florêncio de Barros





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